Soneto Criminoso

Não pergunte de minha saudade
Nem de meus insanos desejos
Posso acabar-lhe em beijos
Ardentes como esta vontade

Aspiro um ato criminoso
Fugir das grades desta espera
Escapar do mal que me encarcera
Mostrar-lhe um amor libidinoso

Caminhariam meus lábios
Em carícias sem iguais
Do cóccix até teus gemidos

Tornaríamos bandidos
Pelo furto de arrepios
Como prova, as digitais

Um comentário:

Joao Paulo disse...

oi arthur. valeu pelo comentario no meu blog. seus poemas sao muito bons, mas esse é criminosamente genial. grande texto. abraço

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