Soneto do Amor sem Medida

Resolvi vender todo o amor que me resta
Quem sabe assim serei imune
Pois toda saudade, a mim detesta
Maltrata a pele e foge impune

Fabriquei pílulas agridoces
Ofereci em bares e festas
Percorri mares e florestas
Até que a clientela formou-se

Vende-se um copo de amor
Anunciei em total nitro
Até que uma senhora falou

Mas todos só querem um litro
Calma senhora, não se sinta ofendida
Amor é amor, ele não tem medida

Um comentário:

carla disse...

ei..
pq tu escreve tão bem?
( acho que eu vou parar de dizer isso, do jeito que tu já é metido.. ehehheheh =* )
e pq janaina parece tanto comigo?

fica bem..
bjus.

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