O Dono da Cidade

Já fui dono dos arredores desta cidade
Conhecia muita gente boa e gente ruim

Sorriso alegre, sempre na testa, ninguém contesta
Comandava a alegria e o som em qualquer botequim

Se acontecia uma briga
Todo esperto eu me preparava
Puxava meu carro antes da primeira garrafada
E me atracava com a primeira que sorrisse pra mim

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dez/06

2 comentários:

Leandro Ferreira disse...

e é a realidade, parceiro,
a coisa mais certa a se fazer!!


valeu!!

Luiz Carlos Canário disse...

cada vez mais eu me convenço que o barato do poema é esse mesmo: captar a síntese do momento.

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vesteme.blogspot.com - escritos de 2006...


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