Sobejo

Um embrulho com rosa
Tudo o que restou de nossa solidão
Além do frio dos passos
E dos não-abraços

Forte coração este que morre
E bate no céu da boca
Como se fosse tua língua

Avesso versado em compaixão
Entre o destino e o arbítrio
Entre o fel
E a imensidão do fim

Soletre meus versos
Nem toda natureza é pura
Nem todo amor é verdade

Nem que fosse o tempo
Ramificação do desejo
Sou beijo
Solfejo
Sobejo

Um comentário:

Manu disse...

oi!
nunca mais eu vim aqui..
saudades de vc..
tah tao distante.. pq?
o q aconteceu?
acabou a brincadeira?

=**

bju contador de historias!!!

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